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novembro 21, 2004
Clara F. Alves: cá, como lá, a informação ao serviço do poder
No artigo de Clara Ferreira Alves no Diário Digital com o nome “A Cartilha – A Guerra do Terror”, pode ver-se a que ponto chegou o jornalismo no nosso país.
Diz ela que “em Fallujah, dos estrangeiros aprisionados, grande maioria são iranianos, numa proporção de dez para um, o que também diz muito sobre o envolvimento do Irão nesta guerra”. O que não diz é que até as tropas americanas tiveram de deixar cair esse argumento que serviu para massacrar a população de Fallujah.
"«Aquilo» não conhece meios nem fins. Matar a sangue frio uma mulher que só ajudou o Iraque”, diz CFA não fazendo o trabalho de casa que qualquer jornalista que mereça esse nome deveria fazer. Na verdade, a execução de Margaret Hassan, de Nick Berg e de alguns outros tem vindo a ser contestada por diversas organizações e pessoas, porque serve que nem uma luva às tradicionais acções dos serviços secretos ocidentais.
Acrescenta que “é uma acção típica de um terrorista estrangeiro, com Zarqawi ou sem Zarqawi”. Também aqui mostra claramente que fala sem qualquer preocupação em fazer jornalismo informado - "But not a single source, anywhere, claims to have actually seen Zarqawi since late 2001 in Afghanistan". De facto, não é preciso o Governo fazer pressão sobre os média, alguns jornalistas voluntariamente fazem um tendencioso e mau trabalho de informação.
Pode ler-se mais informação AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI
Publicado por agineotonico às novembro 21, 2004 12:27 PM
Comentários
Excelente post.
Quanto a essa escória jornalística já quase todos sabemos para que serve.
abraços
Publicado por: o uno e o múltiplo às novembro 21, 2004 06:22 PM
Obrigado pelas visitas e pelo apoio neste momento complicado que atravesso.
Um abração do
Zecatelhado
Publicado por: Zecatelhado às novembro 21, 2004 01:50 PM