"De acordo com dados do Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde, a que o JN teve acesso, as ARS de Lisboa e Vale do Tejo e do Norte foram responsáveis por dois terços do total das despesas, calculado em 3256 milhões."
Esqueceram-se de informar os leitores que o ministro da saúde transferiu para as ARS as dívidas dos medicamentos do Hospitais SA.
Assim, é fácil de provar que as privatizações são menos dispendiosas, quando estudos em diversos países demonstram exactamente o contrário.
O presidente da Unidade de Missão dos Hospitais SA, José Mendes Ribeiro, afirmou esta segunda-feira que o facto de não ter incluído os custos dos medicamentos nas despesas daquelas unidades é «o modelo de comparticipação normal dos medicamentos». Mendes Ribeiro acrescentou ainda que «os hospitais não têm que suportar o custo dos medicamentos que são prescritos na consulta externa dos hospitais.
GIN